Espaço IAB 
Galeria de Arte do Instituto de Arquitetos do Brasil 
Curadoria de Adriana Xaplin e Vinicius Vieira 
Centro Cultural do IAB RS. Rua Gal. Canabarro, 363 
Centro Histórico. Porto Alegre. RS. Brasil 
51 3212 2552. www.iabrs.org.br
NA SALA NEGRA: 
ATELIER BRITTO VELHO  ADRIANA FREITAS VITÓRIA, ALICE SCHIMITT, BRITTO VELHO, GUTA, JUSSARA GONÇALVES, MARIA ISABEL BERTA DORNELES,  MARSINHO SUSIN E NILSON GUERRA. 
ABERTURA 15/5/2013, às 19h30min.  VISITAÇÃO 16/5 a 7/6/2013, 14 às 20h.






































pintura de Britto Velho. 2013

A exposição reúne um grupo de artistas visuais que se encontra semanalmente no atelier do artista Britto Velho para pintar e trocar experiências sobre vida e obra de artistas, linguagens da arte e diversos temas relacionados à produção. Ao longo dos últimos quinze anos, o grupo vem paulatinamente se constituindo como um núcleo permanente de trabalho, o que contribui para o fortalecimento da sua identidade como coletivo. Os processos criativos inerentes à produção artística de cada um dos artistas são diferentes, estando vinculados à sua trajetória artística, entretanto apresentam visível coerência que se apresenta de maneira direta ou indireta, mediante similaridades na técnica adotada, nas cores, nos materiais empregados e nas proporções escolhidas. A convivência no espaço do Atelier Britto Velho possibilita o crescimento do grupo no âmbito da arte, favorecendo o desenvolvimento do processo criativo, impulsionando cada um a se encontrar e também a estabelecer as relações coletivas. 




NA CIRCULAÇÃO: 
MARCELO ARMANI  GARGOMAGO - "THE BRAZILIAN MIRACLE"
ABERTURA 15/5/2013, às 19h30min.  VISITAÇÃO 16/5 a 7/6/2013, 14 às 20h.






Gargomago é uma instalação sonora hexafônica desenvolvida pelo artista sonoro gaúcho Marcelo Armani. Aplicada no espaço de circulação do IAB, seis canais de áudio independentes, autofalantes e cubas de água são distribuídos ao longo do vão da escadaria da sede do instituto. A instalação se divide em dois planos: A Garganta (nível superior) que reproduz peças sonoras compostas por falas, discursos, sons e fragmentos dissolvidos que transitam verticalmente em um sistema quadrifônico, e O Estômago (nível inferior) caracterizado pela presença de cubas suspensas no espaço, onde se encontram, mergulhados em água, autofalantes cuja característica é a reprodução de frequências graves. Essas, por sua vez, geram fenômenos vibratórios causando perturbações na superfície do líquido. Essa é uma instalação site specifc cuja poética é baseada em fatos históricos que por ali transitaram. Um universo úmido, com sons e ruídos entalados, expelidos.






NA SALA DO ARCO: 
MARÍLIA FAYH  DIÁRIOS DE BRONZE
ABERTURA 15/5/2013, às 19h30min.  VISITAÇÃO 16/5 a 7/6/2013, 14 às 20h.







































Marilia Fayh apresenta parte de sua recente produção de esculturas, intituladas "Diários de Bronze". As esculturas são exibidas numa constante ordem, contando sua historia diária em conjunto com o trabalho contínuo da artista em atelier. São diversas figuras perfiladas como seres em procissão, estabelecendo múltiplas vivências e caminhadas das estradas de uma vida. Nas paredes, fotografias de esculturas sendo elaboradas; ora fotografadas com seus respectivos modelos posando, ora em situações imaginadas. A mostra inclui também obras bidimensionais, que a artista pintou para ilustrar os capítulos do livro Diário de Alecrim.




NA SALA ANEXA: 
MARTA MARTINS COSTA  EXPLORAÇÕES GRÁFICAS
ABERTURA 15/5/2013, às 19h30min.  VISITAÇÃO 16/5 a 7/6/2013, 14 às 20h.



A mostra Explorações Gráficas é resultado de pesquisas que a artista Marta Martins Costa realiza, migrando do desenho para pintura e escultura e vice-versa.  Ela se utiliza de grafismos que lembram estruturas celulares, organismos que se proliferam pelo espaço num movimento entre planos e temporalidades. A contaminação gerada pela repetição e adensamento das formas passa a impregnar o plano, construindo outras superfícies a serem exploradas. 






HISTÓRICO DAS EXPOSIÇÕES ANTERIORES . . .

NA SALA NEGRA: 
CUBA, PIENSA LO QUE QUIERAS  CÂMERA VIAJANTE
ABERTURA 9 de janeiro, às 19h30min. VISITAÇÃO 10 a 30 de janeiro de 2013, 10 às 18h

Foto de Rogério do Amaral Ribeiro   



O sentimento de recordação quando se volta de Cuba é um misto de saudades, tristeza, alegria e solidariedade. A lembrança das vidas e daqueles rostos que nos comunicam das dificuldades diárias, mas que, entretanto, mantêm a alegria. Este grupo de fotógrafos procurou documentar seu povo, sua arquitetura e paisagens, suas manifestações artísticas e culturais. As imagens capturadas pelos Viajantes da Câmera são singulares, instigantes e impregnadas de um olhar de solidariedade sobre um povo guerreiro, terno e orgulhoso de suas conquistas. 
Participantes: 
Arcilda Zimmermann, Betina Tabajaski, Beth Schefer,  Ethel Kawa, Gelson Rocha, Gisele Becker, João Becker, Karla Nyland, Lídia Fabrício, Lília Messias, Lisandre Rockenbach, Luiz Alberto Stefani, Maria Conceição Serafim Mondini, Paulo Mello, Regina Dalle Grave, RAR, Vera Ambrozi e Zeca Maciel. 




NA SALA DO ARCO: 
SERES  MARCELO MELLO 
ABERTURA 9 de janeiro, às 19h30min. VISITAÇÃO 10 a 30 de janeiro de 2013, 10 às 18h

O escultor Marcelo Mello apresenta neste começo de 2013 na galeria Espaço IAB uma parte de sua produção recente,  intitulada ''Seres''. Uma série de esculturas em terracota que acompanham o escultor em suas viajens pelo Brasil. Nesta exposição as obras estarão sendo apresentadas em caixas de vidro, junto a fotos dos locais por onde as mesmas já estiveram.












NA SALA ANEXA: 
ONDE NÃO PENSAMOS  MARCELO LUBISCO LEÃES 
ABERTURA 9 de janeiro, às 19h30min. VISITAÇÃO 10 a 30 de janeiro de 2013, 10 às 18h

A mostra consiste em fotografias de grande formato que questionam a objetividade da fotografia, do registro do que nos deparamos em nossa vida cotidiana, colocando-a em crise. Com texto de apresentação de Tania Rivera (psicanalista, ensaista e professora da UFF) trata-se de um trabalho poético em que, através da exploração da propriedade do vidro, se problematiza a condição humana e a irracionalidade do nosso psiquismo através da condensação de imagens capturadas em instante fotográfico, utilizando a imersão cotidiana, a deriva, como campo de trabalho. Onde Não Pensamos integra um eixo de pesquisa imagética que o artista  desenvolve no campo da fotografia e da psicanálise.







 
EXPOSIÇÕES ANTERIORES . . .
>> abertura: quarta, 7 de novembro, 19h30min
>> visitação: de 8 a 30 de novembro, das 14 às 19h
 
FOTOGRAFIAS PARA IMAGINAR  GILBERTO PERIN
sala negra
>> quarta, 7 de novembro, 19h30min






















“Fotografias para Imaginar” revela espaços interiores vazios, sem ninguém em quadro, mas remetem fortemente à presença humana. “Fotografias para Imaginar” propõe que a fronteira do documental seja ultrapassada pelo observador, tornando ativa sua imaginação, rompendo os limites do que é visto. Reconstruindo a sua realidade (ficcional ?) com outros olhares, além daquele esboçado e recortado pelo fotógrafo. Afinal, “a Fotografia é o aparecimento de eu próprio como o outro*.  *Barthes, Roland, “A Câmara Clara”, Edições 70, Lisboa, 2010.







ESPAÇO MASSA MOVIMENTO  ATELIER TÂNIA RESMINI

Adriana Giora, Ana Álvares Tita, Ana Lage, Anemary Pitrez, Carla Almeida, Eva Proença, Júlia Streppel, Kika Zanella, Luiza Barreto, Maria Angélica Tellini, Maria Elisa Shutz, Soraya Girotto, TTResmini e Vera Dagord
áreas externas >> quarta, 7 de novembro, 19h30min

A exposição coletiva “ESPAÇO MASSA MOVIMENTO” objetiva mostrar obras executadas pelo grupo de ceramistas do Atelier Tania Resmini. Na dialética do Ser e o Não Ser, o espaço é a contrapartida necessária que supõe o Ser para Ser. Não há massa sem espaço, como não há estática sem dinâmica. O trabalho propõe esculpir e modelar o espaço, usando argila como matéria, questionando conceitos como "massa é estática ?” , “espaço é dinâmico ?”. Assim, as obras pretendem invadir espaços e ao mesmo tempo serem invadidas por eles. Artistas participantes: Adriana Giora, Ana Álvares Tita, Ana Lage, Anemary Pitrez, Carla Almeida, Eva Proença, Júlia Streppel, Kika Zanella, Luiza Barreto, Maria Angélica Tellini, Maria Elisa Shutz, Soraya Girotto, TTResmini e Vera Dagord. Imagem de Soraya Girotto.





CULTURA AFRO  J. ALTAIR
sala do arco >> quarta, 7 de novembro, 19h30min
O pintor naif João Altair de Barros (J. Altair) nasceu em 13/08/1934. Começou a pintar após um curso com o pintor italiano Vicente Perllasca, ainda na década de 50. De 1965 a 1976 milita em São Paulo em vários movimentos de artes plásticas, realizando exposições de seus trabalhos no Paço das Artes, na Praça da Republica, na Praça Roosevelt, no Embú das Artes e nos Santeiros Imaginários - SEC/ SP. Em Porto Alegre já realizou várias exposições individuais e participou de diversas coletivas, como o  l Salão de Artes Visuais em 1970, e a mostra na Galeria Oca Morganti, em 1971. Ganhou destaque ao realizar exposição individual na Galeria Ítalo-Belga em 1972. Na década de 90, expôs no Copacabana Palace Hotel e na Galeria Jean Jacques Urca, ambas no Rio de Janeiro. Tem obras em diversos acervos nacionais e internacionais (como a Galeria Salomé. em New Orleans;  o Museu Internacional Art.Naif, do RJ; e a Galeria Slovenka Narodna, na Rússia), em coleções particulares, no MARGS e no avervo da Prefeitura de Porto Alegre.  J. Altair desenvolve seu trabalho mediante a representação bidimensional de arte naif que remete à uma matriz visivelmente afrobrasileira, se utilizando de cores e símbolos presentes na cultura negra. Atualmente mora em Porto Alegre e se dedica à pintura acrílica.  




PALCO  ELTON MANGANELLI
sala multiuso >> quarta, 7 de novembro, 19h30min







Elton Manganelli é bacharel em desenho pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, arte-educador e professor de artes visuais. Iniciou sua carreira artística na década de 60, com a participação em diversas mostras coletivas e salões de artes. Também realizou várias exposições individuais em diferentes períodos. Dedica-se atualmente à escultura, desenvolvendo também trabalhos de cenografia. Reside e trabalha em Porto Alegre.




A TRAJETÓRIA DA LINHA
DANIELA ARAÚJO
, GISELE RAMIRES, PAULA DANILEWICZ, REGINA KRUMHOLZ E RODRIGO PLENTZ
sala anexa >> quarta, 7 de novembro, 19h30min 
Cinco artistas. Cinco traços distintos. Trajetórias que exploram um universo em comum: a arte. A exposição “A Trajetória da Linha” traz trabalhos de Daniela Araújo, Gisele Ramires, Paula Danilewicz, Regina Krumholz e Rodrigo Plentz, que utilizando-se de materiais distintos, exploram a linha e formam sua trajetória coletiva e individual. Mundos conectados que se questionam a todo momento qual é o próximo passo. O caminho traçado até então não dá indícios muito claros sobre a direção a ser tomada, mas a linha enquanto registro não é apenas uma guia do passado; suas formas, que vão do figurativo ao abstrato, revelam e inspiraram o gesto dos artistas em seu universo particular.






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SETEMBRO DE 2012
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OUTRO(S) DE MIM LIANA TIMM
sala negra


A mostra foi idealizada como um site specific para a sala negra do IAB RS. As obras em arte digital, os vídeos e as intervenções poéticas giram em torno das identidades múltiplas que nos habitam. Nossa diversidade, poço sem fundo de uma intimidade suspensa, nos escapa e indaga quem somos ou quantos somos. Mas a importância da resposta se apaga na busca. Uma riqueza de interesses toma lugar e emerge outra interrogação: Quem mais podemos libertar em nós ? Mario de Andrade dizia ser apenas trezentos e cinquenta, o mais ele desprezava. OUTRO(S) DE MIM é um exercício gangorra: desconhecer, conhecer, reconhecer o enigma que nos constitui. É o espaço vazio que ultrapassa qualquer interrogação e atinge uma estética atemporal sem passado, presente e futuro. Um lugar novo, porta em si, jamais capturado. Um salto para o poético de cada instante. 

Intervenções poéticas: Lenira Fleck, Liana Timm e Graça Nunes (direção) 




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PINTURAS TECIDAS  ALENYR ÁVILA
sala anexa


O trabalho de Alenyr Ávila é composto de pinturas que poderíamos tentar enquadrar dentro de movimentos como o Abstrato Geométrico ou o Neo-construtivismo Abstrato, ou ainda em uma proposta de desmaterialização da matéria. Entretanto o que podemos afirmar é que se trata de uma nova série de pinturas em que transparece uma bela tecelagem de planos e cores, em um jogo rítmico muito particular. O processo de criação da artista passa por diversas etapas: primeiro, a paciente pintura das superfícies; depois vêm os cortes, a dilaceração completa do plano pictórico, reduzido a um amontoado de tiras multicores; por último, a recostrução, um trabalho incessante de entrelaçamentos coloridos, tecendo novas relações de espaço. Ao buscar a linguagem da trama, Alenyr consegue a terceira dimensão, não a de caráter ilusório, como em qualquer obra pictórica, mas a real. O resultado é uma pintura repleta de sombras 'clandestinas', que enriquecem o conjunto. A obra de Alenyr nos proporciona um desses encontros reflexivos com a Arte que se dá no cruzamento de dois momentos: o do encerramento de seu processo de criação com a nossa subsequente investigação do seu significado.

Estelita Branco












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NANOCERÂMICA  BANDO DE BARRO
sala do arco



Ao reduzir significativamente as suas obras, os artistas do coletivo se apropriaram de uma denominação e não dos conceitos fundamentais da Nanoarte e da Nanotecnologia. As cerâmicas possuem o tamanho máximo de 06 x 06 x 06 cm e estarão acompanhadas de lupas para sua completa apreciação. Participam da primeira edição os artistas: ALEXANDRA ECKERT, ANTÔNIO AUGUSTO BUENO, CINTHIA SFOGGIA, CLÁUDIA FLORES, EDUARDO RICK MARTINS, LORENA STEINER, MARYL RODRIGUES, RODI NÚÑEZ, SABRINA BLASCHKE, SILVIA ARGEMI, TAMIR FARINA e TEREZA MELLO. O Projeto tem a coordenação geral de Alexandra Eckert. Participam da comissão organizadora: Grupo Iandé – Megumi Yuasa, Rosana de Oliveira e Sandra Lagua, Adriana Daccache e Rodi Núñez, Cinthia Sfoggia e Sabrina Blaschke. As maletas foram confeccionadas por Conceição Daccache. Sobre o Bando de Barro: coletivo de arte constituído de alunos e ex-alunos, professores e de ex-professores do Instituto de Artes da UFRGS, de pessoas interessadas em cerâmica e de curiosos de primeira viagem.




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JULHO DE 2012
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MARSUPIAIS  EDUARDO UCHÔA 
sala anexa

Série inspirada pela primeira paternidade. Chamada Marsupiais pela existência, nas obras, de seres com outros seres dentro, como na gravidez. Naves híbridas humanas pilotadas por outros humanos ou animais. Reprodução, maternidade, tetas, leite, o universo dos bebês e brinquedos são elementos que predominam. Visão onírica e freudiana da surpreendente experiência de ser pai depois dos quarenta. 

Eduardo Uchôa





















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VARAL DAS ARTES  CHICO LISBOA 
sala negra


A mostra apresenta 37 trabalhos de artistas da Associação Riograndense de Artes Plásticas Chico Lisboa, com tema livre, nas técnicas de pintura, desenho, colagens, técnica mista, fotografias, imagens digitais e gravuras, nas medidas de 120 x 50 cm, que serão expostos em forma de varal. Participam da mostra os artistas: Aida Ferras, Angela Zaffari, Cacaio Praetzel, Cristina Lisboa, Darmeli, Eda Lani, Edi Daudt, Enilda Branco Rocha, Erminia Marasca Soccol, Esther Bianco, Fernanda Lanes, Graça Gomes, Heloisa Sonaglio, Iná Prolo, Inês Benetti, Irene Ludwig, Jacira Fagundes, Lecy Fischer, Lídia Fabrício, Loti Keffel, Luiza Fontoura, Marga Bressani, Maria Luiza Cangeri, Marlene Kozicz, Mildred Esteves de Macedo, Neida Oliveira, Rita Gil, Rodrigo Corrêa, Rogério Livi, Rudimar Neves Gomes, Sandra Lages, Silvia Helena Becker, Suzane Wonghon, Vera Presotto, Vera Regina dos Santos e Vinicius Vieira. 

Martha Diaz Pozueco
Depto. de Divulgação / Chico Lisboa


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SALAS DE (NÃO) ESTAR  LUCIANE BUCKSDRICKER 
áreas externas


Série de fotografias digitais de sofás encontrados em lugares públicos, de 2008 a 2012. Através das fotografias dos sofás abandonados, percebi que as disposições de objetos e situações, antes efêmeras e que passavam despercebidas pelos transeuntes, poderiam tornar-se perenes através da fotografia. Minha intenção é, então, estimular o espectador desatento e apressado a olhar para o invisível, para a memória suscitada nele pela imagem, provocando-o a debruçar-se sobre o banal e o corriqueiro. Um sofá delimita um local, mesmo que sem paredes. Ele deflagra a percepção de um lugar à sua volta. Convida-nos a olhar o que está à frente dele. Diferente de uma cerca, um sofá delimita o espaço ao acionar o olhar de uma pessoa. Quem colocou o sofá ali, criou de uma maneira única, uma sala de estar no mundo. Sendo assim, considerando que um sofá pressupõe a presença de um ser humano, concluí que onde há um sofá, há um convite para alguém estar. Desse modo, percebo que os locais públicos que momentaneamente abrigam um sofá abandonado se transformam em  salas de estar públicas, nas quais  as pessoas podem ou não simplesmente estar, caso o convite seja ou não aceito. Ao compartilhar meus registros com outras pessoas, percebi que, ao tomar contato com as fotos das salas de (não) estar, elas se mostram tocadas e instigadas a tornarem-se observadoras perspicazes do cotidiano que as rodeia, manifestando a vontade de fotografá-lo também. Recebi inúmeras fotos, feitas com os mais diversos tipos de instrumentos fotográficos, acompanhadas de depoimentos dos seus autores que diziam o quanto se sentiram satisfeitos ao conseguir observar um sofá  deslocado para o meio da rua. Parece que, em uma época em que o tempo é percebido como fugidio e acelerado, o fato de alguém conseguir parar e ver o invisível traz um sentimento de liberdade, de satisfação e de autoria. Como se o sujeito que vê o que ninguém enxerga lograsse comprovar que ainda é capaz de perceber o mundo. Dessa maneira, acredito que este projeto venha a colaborar de alguma maneira com a redescoberta das cidades, com a volta da experiência física do cidadão urbano, pois, como já foi dito antes, os sofás deslocados não encantam apenas a mim, mas, através das fotos e de meus comentários sobre eles, as salas de (não) estar convidam outros tantos passantes a olhá-los e a refletir sobre o banal, o cotidiano e também - porque não? -, a maravilhar-se com ele.



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GIRO NA ARTE / V CONVOCATÓRIA  ATELIER PLANO B
sala negra

A Convocatória de Arte tem por objetivo congregar tanto artistas quanto pessoas que de algum modo tenham alguma ligação com a arte, promovendo dessa forma a aproximação da comunidade em geral com o universo artístico, e oportunizando também aqueles que iniciam suas carreiras. Nessa V Edição da Convocatória o tema é Giro na Arte, em que o formato dos trabalhos são redondos, com tamanho de 12cm de diâmetro, realizados conforme o edital. Com o resultado dessa proposta, estamos organizando uma grande exposição: com 170 obras individuais, dentre elas de nomes reconhecidos e respeitados no cenário artístico, 02 coletivos de arte, 02 projetos e  03 escolas representadas por seus alunos e professores. Dessa forma traremos para este espaço expositivo um total de 296 trabalhos, com técnicas e temas variados, de diversas regiões do Estado, do Brasil e exterior
Kátia Costa

















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ABSTRAÇOS  LUIZ FIORI
sala anexa


Luiz Fiori é natural de Erechim. Atua como artista visual e é graduado em Arquitetura pela Universidade Santa Ursula no Rio de Janeiro. Tem trabalhos, obras e exposições em várias capitais brasileiras. Atualmente vem desenvolvendo murais, telas, programações visuais, logotipias, cenografias e trabalhos com computação gráfica. A exposição ABSTRAÇOS remete a "movimentos coloridos, cheios de energia". 









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PUNHAIS  EDUARDO RICK MARTINS
sala do arco

Eduardo Rick Martins é natural de Taquara-RS. Atua como designer de produto, artista e professor de artes. Entre os projetos que vem desenvolvendo atualmente, se destaca os “PUNHAIS”, que são esculturas modeladas e fundidas em alumínio escovado e polido. São objetos que convidam ao toque, ao sentir  das texturas, ao observar do côncavo e do convexo, a rugosidade e o polido, o peso, o poder, que lembram também instrumentos medievais.










 


PROJETANDO ARTE  MOSTRA COLETIVA - LEI 10036
salas do arco e multiuso  
A exposição coletiva Projetando a Obra de Arte objetiva fortalecer as relações entre a arquitetura, o urbanismo e as artes visuais, com uma mostra de artistas convidados propondo o debate sobre a Lei 10.036, que trata da instalação de Obras de Arte em edificações novas em Porto Alegre, com área adensável superior a 2000m2.  Participantes: Arminda Lopes, Gutê, Leandro Michels, Daliana Mirapalhete, Ena Lautert, Mario Taddeu.  Obra da imagem: Arminda Lopes. Foto: Marcelo Moreira.




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ENTREGUEI A VOCÊ MEUS
MAIS SINCEROS DESEJOS,
AMBIÇÕES E MEDOS LUCIANO MONTANHA
 

 fachada do solar 

Luciano Montanha apresenta o trabalho de intervenção na fachada do Solar Conde de Porto AlegreEntreguei a você meus mais sinceros desejos, ambições e medos. Trata-se de um cartaz de 18x2m que o artista criou em um cruzamento entre as atividades de artista e de educador que exerce. O trabalho surgiu do contato com a obra “Não-História”, da artista Voluspa Jarpa, presente na mostra Geopoéticas da 8ª Bienal do Mercosul, e da oportunidade de realizar uma oficina de intervenção urbana que considerasse situações específicas na Casa M. O trabalho de Voluspa reúne documentos das ditaduras militares latino-americanas divulgados pelo governo dos Estados Unidos. Observando as imagens contidas no trabalho, Luciano criou um cartaz apropriando-se e ressignificando as imagens da artista e propondo uma relação com o contexto local. O trabalho evoca a memória dos episódios traumáticos da ditatura militar brasileira e dos mecanismos de vigilância e controle praticados contra a população civil, ainda afastadas da historiografia do país e do imaginário das novas gerações. A intervenção agrega a informação, desconhecida por muitos porto-alegrenses, de que o Solar Conde de Porto Alegre  serviu de cárcere para presos políticos da ditadura militar brasileira nos anos 70. A intervenção cria assim uma relação de especificidade entre o tema e o local de veiculação do trabalho e trás o assunto para a reflexão dos transeuntes da esquina das Ruas Richuelo e General Canabarro, no Centro Histórico de Porto Alegre.


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EXPOSIÇÕES 2011
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CIDADE NANQUIM SANTIAGO E ALEMÃO GUAZELLI 

sala negra


O cartunista Santiago apresentou, no dia da posse da nova diretoria do IAB - GESTÃO CIDADE E CULTURA, os trabalhos “Arquitetura e Urbanismo e Cidade Nanquim. Este último desenvolvido em parceria com o artista paulista Alemão Guazelli, no ano de 1999. A obra retrata boa parte do cotidiano do Centro Histórico da capital, evidenciando situações corriqueiras vivenciadas na Borges de Medeiros, entre a Esquina Democrática e o Largo Glênio Peres, em frente ao Mercado Público de Porto Alegre. Observando as imagens contidas nos desenhos, se vê cenas inusitadas do dia-a-dia daqueles tradicionais personagens que circulam pelas ruas do Centro, dando vida àquele lugar que é palco de tantas trocas entre os habitantes da cidade.










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VARAL DAS ARTES 2011 CHICO LISBOA
sala negra e sala um 







































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NARRATIVAS SERIGRÁFICAS PROJETO CIRCULAR 
sala do arco     
O Projeto Circular apresenta a exposição “Narrativas Serigráficas”, na Sala Negra da Galeria Espaço IAB, com a produção recente dos participantes do coletivo e artistas convidados, reunindo as pesquisas na serigrafia e seus contatos e aproximações com os processos da gravura em metal e do stencil, assim como as áreas do desenho, da pintura e da escultura. 

Sobre o Projeto Circular:
O Projeto Circular iniciou suas atividades em 2008, como um projeto de ação coletiva em arte da disciplina de GRAVURA II - SERIGRAFIA do Curso de Graduação em Artes Visuais da Universidade Feevale. No ano de 2010, ampliou suas ações também como um Projeto de Ensino desta disciplina. Tendo como ponto de partida o material serigráfico, atua como um espaço de questionamento das técnicas e suportes tradicionais da gravura, participando de exposições coletivas e convocatórias de arte no Brasil e em diversos países, como: Itália, Espanha, Inglaterra e Grécia, nas categorias do livro de artista, do álbum de gravura, da arte postal - Mail Art, de adesivos - Sticker Art e lambes. Nestes quatro anos de atuação, participou da 2ª e 3ª Bienais B Porto Alegre, em 2009 e 2010, respectivamente. Participou, também, da Feira de Iniciação Científica e Salão de Extensão da Universidade Feevale, recebendo, em 2011, prêmio como Destaque da área Cultura na modalidade Mostra de Extensão. Todos os trabalhos realizados para estas exposições de arte são produzidos no Atelier 1A, 1B e Atelier 2 do Campus I, durante o período de aula e em horários acordados com a coordenação do curso dentro do Projeto de Ensino, reunindo alunos, ex-alunos, professores e artistas colaboradores dos Cursos de Artes.